Como empresas que recebem em dólar podem se proteger da volatilidade cambial | Turcambio

Como empresas que recebem em dólar podem se proteger da volatilidade cambial

Como empresas que recebem em dólar podem se proteger da volatilidade cambial
Como empresas que recebem em dólar podem se proteger da volatilidade cambial

Em um cenário global cada vez mais dinâmico, a exposição cambial deixou de ser apenas uma questão técnica e passou a ser um tema estratégico de sobrevivência empresarial. No Brasil, muitas companhias têm parte relevante de suas receitas atreladas ao dólar americano — seja por exportações, prestação de serviços ao exterior ou por vendas em plataformas internacionais. Embora receber em uma moeda forte amplie o alcance e a competitividade, também expõe o negócio a um fator que pode corroer margens e comprometer o planejamento financeiro: a volatilidade cambial.

Oscilações bruscas na taxa de câmbio podem transformar contratos lucrativos em prejuízos operacionais. Por isso, compreender a natureza dessa exposição e adotar uma política de hedge estruturada é essencial para preservar resultados, garantir previsibilidade de caixa e sustentar a competitividade ao longo do tempo.

Vem com a Turcambio pra entender um pouco mais sobre esse tema.

Entendendo o risco cambial

O primeiro passo é mapear o tipo de exposição que a empresa enfrenta. De forma geral, há três categorias principais:

  • Risco transacional: ocorre quando há recebíveis ou pagamentos futuros em moeda estrangeira com datas definidas. O valor em dólares é conhecido, mas o montante em reais ainda é incerto.
  • Risco econômico: afeta empresas que, mesmo faturando em reais, competem em setores influenciados pelo câmbio — como commodities, agronegócio e manufatura exportadora.
  • Risco contábil: impacta companhias com ativos, subsidiárias ou controladas no exterior, que precisam consolidar resultados em reais.

Cada tipo de risco exige instrumentos e prazos distintos de proteção. Um diagnóstico preciso é a base de qualquer estratégia eficiente.

Hedge natural: o primeiro escudo contra a volatilidade

Antes de recorrer ao mercado financeiro, é possível implementar práticas operacionais que reduzem parte da exposição — o chamado hedge natural.
Alguns exemplos:

  • Compensar receitas em dólar com custos, financiamentos ou insumos na mesma moeda.
  • Manter contas multimoedas para administrar o momento ideal da conversão.
  • Negociar cláusulas contratuais de reajuste cambial.
  • Ajustar prazos de recebimento e pagamento conforme a expectativa de mercado.

Essas medidas reduzem a dependência de instrumentos financeiros e aumentam a flexibilidade da tesouraria.

Instrumentos financeiros de proteção cambial

Quando a previsibilidade de caixa é prioritária, entram em cena os instrumentos financeiros. Cada um possui características específicas, adequadas a diferentes perfis de exposição:

Contrato a Termo de Câmbio (Forward / NDF)

Permite travar hoje a taxa de câmbio de uma operação futura.

  • Para quem: exportadores, SaaS globais, marketplaces internacionais.
  • Vantagem: previsibilidade total do valor em reais.
  • Limitação: obrigatoriedade de liquidação; não há participação em ganhos se o dólar subir.
  • Deliverable x NDF: o contrato “entregável” liquida com moeda física; o NDF (Non-Deliverable Forward) liquida apenas financeiramente, pela diferença.

Opções de Moeda (FX Options)

O exportador pode comprar uma opção de venda (put), garantindo um valor mínimo de conversão.

  • Vantagem: proteção com liberdade — se o dólar subir, é possível abrir mão da opção e vender no mercado.
  • Custo: pagamento de prêmio na contratação.
  • Estrutura Zero-Cost Collar: combina compra e venda de opções para criar um piso e um teto de proteção, sem custo inicial, limitando ganhos e perdas dentro de uma faixa.

Swaps Cambiais

Trocam a variação cambial por um indexador em reais, como o CDI.

  • Uso comum: empresas com passivos em dólar que desejam trazer o fluxo para reais.
  • Benefício: equilibra ativos e passivos, reduzindo o descasamento de moeda.

Contratos Futuros de Dólar

Negociados em bolsa, são instrumentos padronizados e altamente líquidos.

  • Vantagem: transparência e acesso.
  • Desafio: exigem margem de garantia e gestão ativa da tesouraria, devido aos ajustes diários.

Estratégia: o câmbio como variável controlada

A escolha do instrumento ideal depende do horizonte de recebimento, da previsibilidade do fluxo e da política de risco da empresa.
Um exportador com pedidos firmes pode usar forwards para travar parte do fluxo, enquanto o restante pode ser coberto com opções ou collars — garantindo segurança sem abrir mão de eventuais ganhos.

Um ponto central é definir o “budget rate”, a taxa de câmbio mínima que assegura a margem operacional. Com esse parâmetro, a tesouraria estrutura o hedge em torno do objetivo e revisa a estratégia periodicamente, conforme a evolução da carteira e as condições de mercado.

Conclusão: previsibilidade é sinônimo de competitividade

A gestão cambial não se trata de prever o dólar, mas de administrar o impacto das variações sobre o negócio. Com uma política de hedge bem calibrada, o câmbio deixa de ser uma ameaça e passa a ser uma variável controlada.

Proteger receitas em moeda estrangeira significa garantir que as decisões estratégicas da empresa — precificação, expansão e investimento — não sejam reféns da volatilidade.

A Turcambio ajuda você a construir uma estratégia de proteção inteligente

Com mais de duas décadas de experiência em câmbio corporativo, a Turcambio Money Exchange oferece soluções completas para empresas que buscam estabilidade, previsibilidade e segurança nas operações internacionais.

De contratos a termo a estruturas personalizadas de hedge, nossa equipe especializada auxilia no diagnóstico de exposição, definição de budget rate e implementação das melhores práticas de proteção.

Entre em contato e descubra como transformar o câmbio de um risco incontrolável em um diferencial competitivo.
 

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Até a próxima!?

Turcambio. Money Exchange!

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